democracia

Meu peito aguarda o pleito

pmcO cenário político Camaçariense pela primeira vez, ao que tudo indica, apresenta uma grande gama de candidatos que desejam alçar vôo no intuito de ocupar o cargo maior do executivo local. Pela minha ótica ao menos quatro deles tem chances reais de se transformarem em prefeitos de nossa cidade. Respectivamente são: Caetano (PT), Tude (PMDB), Elinaldo (DEM) e “correndo por fora” Jailce (PCdoB). A lista, inclusive, acaba de crescer, visto que o secretário de turismo, Cupertino (PSD), renunciou ao cargo por conta de seu anseio de tornar-se também candidato.

A lista é extensa, talvez seja a maior dos últimos quatro pleitos. Não me recordo bem, confesso. Mas o que me chama atenção neste, especificamente, são as características presentes nos candidatos, seus discursos e projetos a priori, demonstrados em seus “indícios de plataformas políticas” não oficiais.

Caetano promete devolver a cidade aos trilhos do desenvolvimento, Tude apresenta-se como alguém com vasta experiência política que trará novamente a pujança de seus mandatos, no passado. Elinaldo apresenta-se como “a mudança”, um político que fala e é o povo ascendendo ao poder. Jailce apresenta-se como a primeira mulher a candidatar-se, com experiência da/na máquina e, até aqui, é de um partido que tem histórico de apoio ao governo petista, porém sem a pompa e picuinhas dos petistas.

Dos nomes postos, temos dois candidatos processados juridicamente, um septuagenário com vasto histórico de corrupção em nossa cidade e uma desconhecida. Inclusive, o “desconhecimento” por parte da população tem sido um argumento de demérito, utilizado pelo ex-prefeito Caetano e alguns de seus aliados para descrever a candidata. Bobagem do jogo político no mínimo desrespeitoso, mas faz parte.

 

Então…

 

O enorme desgaste pelo qual o PT passa a nível nacional, resultado da campanha escrota da imprensa, com clara intenção de impedir a continuidade do governo petista no planalto, o erros de direcionamento ideológico por parte do diretório nacional do partido, somado a baixa popularidade do prefeito Ademar em Camaçari, além da clara postura de personificação do poder em nossa cidade, ou por parte da oposição a repetida idéia de “mudança” sem um projeto novo que, de fato, possa seduzir o eleitor a apostar neste horizonte, traçam uma perspectiva de apreensão diante do que de fato queremos como postura de um próximo prefeito.

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A culpa é da Secult, será?

povo_culturaO momento político de um pleito eleitoral em Camaçari costuma produzir uma sequência de analises sobre os diversos âmbitos relacionados a nossa cidade. Dito isto, é bom relembrar que ninguém é obrigado a pensar segundo meus critérios de análise e parafraseando Voltaire “não concordo com uma palavra do que dizes, mas defenderei até a morte o teu direito de dizê-las”.

As análises são, a meu ver, uma oportunidade clara de expor uma realidade que deve ser melhorada sempre, mas saber isto não significa dar demérito ao que já foi construído, nem classificar com o rótulo de incompetente aqueles que fazem as ações, só por conta destas estarem, segundo minha perspectiva, aquém do que julgo ser o melhor para minha cidade.

Um dos jargões da política partidária diz que ela, a política, não se faz com o coração, isto porque pode-se incorrer no erro de analisar como simples algo que é complexo, deixando de lado a intricada relação de ausência/participação dos diversos entes no tabuleiro do jogo político, que garante que as ações sejam norteadas pela ideia de política pública.

É vital que se dê a Cesar o que é de Cesar

O texto “edital e coisa e tal” de Caio Marcel, faz uma analise crítica/comparativa entre as ações e modus operandis da Secretaria de Cultura de Camaçari, gerenciada por Vital Vasconcelos, e a Secretaria do Governo do Estado da Paraiba, administrada a época por Chico Cesar. Nele, Caio fala como é ineficiente o trabalho da Secretaria municipal e culpabiliza exclusivamente os gestores do poder público.

A comparação apresenta duas estruturas de dimensões políticas totalmente diferentes, visto que uma é estadual e outra municipal. Embora concorde com a fórmula implementada por Chico Cesar e defendida por Caio como passível de ser repetida aqui, refere-se, segundo seu próprio texto, ao são joão paraibano, mas em nossa cidade, até onde sei, a contratação das bandas do camaforró são de responsabilidade da coordenação de eventos. Logo, o erro não é da secult.

vital

Vital Vasconselos Sec. de Cultura de Camaçari

Quanto ao conselho de Cultura, presidido pelo então secretário da mesma pasta, que no fim de seu mandato, a meu ver, deveria ter saído da cadeira por conta da salutar alternância de poder, continuou sendo o “dono da caneta”.  E o é pela ausência de um nome que se propusesse, a época, a tarefa de presidir o conselho. Lembro-me bem que havia uma espécie de “oníssono político” conclamando a continuidade de Vital Vasconselos. Aí meu nobre onde há espaço, alguém ocupa! Sobretudo na política.

Eu sei que minha lógica encerra a complexidade do tema, porém os erros da Secult apresentados no texto, são também o reflexo da pouca eficiência do embate político dos agentes culturais de nossa cidade. Grande parte da verba que a cultura é obrigada a repassar para a Cidade do Saber e Coordenação de eventos, é algo sabido desde o inicio do mandato petista, por que os artistas “viva cultura da cidade”, que “pagam os salários e a estrutura da Secretaria de Cultura da cidade” não combateram isto?  Se a questão tratada aqui é a incompetência é justo, ao menos, que ela seja dividida. Somente a pressão exercida por estes seria capaz de corrigir distorções como a lentidão na publicação execução da política de editais.

Se a Secult erra ao ocupar simultaneamente o conselho e o órgão executor da política cultural e erra ao repassar um montante orçamentário para a CDS e Coordenação de Eventos (mesmo obedecendo a hierarquia do poder público), erra no “excesso de paciência” frente a inércia da continuidade da política de editais, os cidadãos camaçarienses, sobretudo os artistas, formadores de opinião, erram ao não fazerem sua parte no que se refere a nortear as políticas culturais em Camaçari.

Um pleito em sub judice

ElinaldoNós estamos a poucos passos de uma nova eleição em nossa cidade, em todos os cantos explodem as teorias mais estapafúrdias para explicar quem sucederá o cargo do executivo municipal e suas respectivas razões para tal. Fazem esta analise sob a perspectiva, quase sempre, que costumo chamar de “novelística”; por conter o maniqueísmo que sempre busca encontrar o(s) mocinho(s) e malzinho(s) da história.

De um lado do pleito figura o pré-candidato do partido (DEM), Antonio Elinaldo (que responde a acusação de formação de quadrilha e sonegação de imposto). Do outro lado há uma indefinição entre os nomes de Luiz Caetano e o atual prefeito da cidade, Ademar Delgado. Note-se que o segundo, embora tenha a prerrogativa constitucional, goza de uma popularidade baixíssima junto à população. Caetano por sua vez segue processado em sub Judice o que, a exemplo do que ocorre com Elinaldo, poderá inviabilizar sua candidatura.

Caetano3Ocorre que, venha quem vier, o eleito a prefeitura da cidade terá um desafio supremo de reaproximar-se da população camaçariense. Tudo bem, não é nenhum absurdo conseguir isto, Afinal Parece haver em nossa cidade um anseio de que o representante do nosso executivo seja um “cara do povo”, carismático e que faça o mínimo (levando em consideração nossa arrecadação) nas áreas de segurança, transporte, saúde e um pouquinho de educação, sobretudo universitários, que são os que trazem mais votos.

O juizo final virá do povo

Esta lógica não foi inventada por mim, não concordo com ela, mas é o que percebo se repetir, como uma formula matemática e infalível de ascensão ao poder em nossa cidade. Este pleito nos apresenta (até aqui) os dois principais candidatos com a sombra de acusações judiciais. Tal realidade conduz a uma conclusão… Não há espaço para heróis na política citadina e seja lá quem for o eleito não fará nenhum milagre na administração e, portanto, precisamos ser vigilantes

Época: Entre a liberdade e a libertinagem

 

dilma-331Não é preciso ir tão longe para perceber que o oceano da comunicação já nos ofereceu espécimes muito mais interessantes do que os fétidos e insalubres alimentos que são vomitados atualmente, por grande parte da imprensa brasileira.

Seguindo a analogia, cada cidadão se vê imerso neste vasto oceano e alguns, depois de muito esforço, alcançam ilhotas onde realmente, consegue-se extrair algo de nobre e informativo. Grande parte destas pequenas porções de terra cercada de dejetos por todos os lados são vistas na internet.

O pragmatismo político sexta-feira, (21) demonstrou ser uma delas. Não somente por conta de sua linha denunciativa e crítica, por seus textos coesos e instigantes, não também pela sua forte presença nas redes sociais, o que demonstra o dinamismo do jornalismo lá praticado. Eles colheram de um subproduto da não-Veja um torpe exemplo de como não se deve fazer comunicação. Com isto trouxe a baila um dos papéis do jornalismo… Instigar a reflexão e contribuir para a formação da consciência coletiva.

babaca

João Luiz Vieira

O artigo de João Luiz Vieira, intitulado “Dilma e o sexo”, que covardemente foi retirado do ar depois da má repercussão, é um notório exemplar do quão ignóbil e ultrajante pode ser o jornalismo preguiçoso. Pior, neste caso, ele vem revestido de uma camada de pseudo-intelectualidade e cultura rasa ao citar Nietzsche e Oscar Wilde. Muito além da concordância ideológico-partidária é preciso entender e RESPEITAR o cargo que Dilma Rousseff ocupa, o modo como ela chegou e quem a elegeu (sobretudo as mulheres), isto é ser democrático.

A ação é depreciativa, machista e repugnante. Quando li o texto na integra me perguntei se não há nenhum mecanismo que possa punir uma afronta tão direta como esta a um chefe de estado? Do mesmo modo que produzir e/ou colar um adesivo onde a presidenta aparece em uma posição que insinua obscenidade no carro, pode passar ileso ? Até onde o direito a liberdade de expressão será confundida com o direito a libertinagem sem conseqüências?

O meu maior temor é que estes exemplos sejam uma clara demonstração de um vil posicionamento egoísta e anti-democrático. E se acaso algum representante buscar algum tipo de antídoto legal para este seboso vírus que é a ignorância política, possivelmente será rechaçado e nomeado “amante da censura”. A pergunta que não quer calar é:A liberdade de expressão é falar o que quer, como e onde se quer, sem arcar com as conseqüências?

Você pode encontrar o lixo-preconceituoso escrito por João Luiz Vieira aqui

Viu as manifestações? Não, tenho tv a cabo!

Brasília-15-03-2015 DF Foto Lula Marques/ fotos Publicas. Protestos em Brasília na esplanada dos ministerios contra o governo Dilma.

Brasília-15-03-2015 DF Foto Lula Marques/ fotos Publicas. Protestos em Brasília na esplanada dos ministerios contra o governo Dilma.

No último domingo (16), vários cidadãos brasileiros, preocupados com o destino do país, amantes da família tradicional brasileira, militantes de direita, militares, golpistas e etc, foram às ruas. Acredito que todos têm o direito de defender o que julga ser correto, acho que podem tentar argumentar para que os outros o sigam em seus ideais, sendo eles meros devaneios ou não. Afinal a constituição garante o livre direito a expressão, embora isto não signifique que não há conseqüências para estes atos.

A afirmação que segue intitulando o texto é meio esnobe, porém, reflete uma realidade vivida pela grande maioria dos brasileiros, presentes no percentual dos que renovaram o mandato petista, por mais quatro anos. Esta fatia ganhou na última década o direito a endividar-se, embora não seja uma dádiva, é uma imensa “mão na roda” para quem não dispunha de meios financeiros que garantissem seu lazer no fim de semana.

Esta fatia não necessariamente é petista, nem miserável ou preguiçosa. Eles têm noção das transformações sociais ocorridas neste país e sabem a importância da construção da republica e manutenção dos direitos democráticos. Eles, quietos em suas casas, sem nenhuma palavra de ódio/ordem contra ninguém, estão exercendo a mais pura cidadania. Eles podem não saber disto, mas são cidadãos brasileiros conscientes.

Brasil, o país das maravilhas

Tentaram rotular aqueles que não foram as ruas com inúmeros subtítulos que fatalmente recaiam sobre uma verdade absolutista e universal “é um PTralha”. É como se na democracia só coubesse dois lados, digno de uma analise maniqueísta feita por quem sabe muito pouco sobre política e entende tudo de novela mexicana.  Eu cansei de ver pessoas apontando o dedo e dizendo coisas do tipo “um cara tão inteligente, defendendo essa corja” é como se no instante em que resolvi definir quem apoiar, em quem votar e o que fazer de meu marasmo “dominguistico” eu me transformasse magicamente em um asno.

O país não é, não está, e nem nunca foi o país das maravilhas, mas há de se ter certa calma na analise do cotidiano sócio-político de nosso país. Se desprezássemos a complexidade que envolve a relação entre os três poderes de nossa república, as falcatruas, ilações precipitadas, devaneios e chantagens; Se fizéssemos somente uma conta simples, seria notório que a culpa da cambaleante economia do Brasil, não é responsabilidade de uma única pessoa. A culpa de Dilma e do PT foi ter aceitado o jogo do PMDB em detrimento da continuidade no poder, (mas isto dá outro texto).

É preciso entender que impeachment, como Ciro Gomes sabiamente afirmou, não é para governantes do qual discordamos (esta discordância se mostra através do voto), e sim para aqueles que cometeram crime de responsabilidade. A ida as ruas é um direito cívico, é uma pena que um instrumento tão poderoso de demonstração de inquietude, tenha sido movido pela distorção de informações e a ignorância dos tramites judiciais de nosso país, além, é claro, da “pitadinha” de ódio e maniqueísmo preguiçoso.

Força democrática a gente se liga em você!

No que se refere às opções de entretenimento, informaçãoe produção de conhecimento encontradas na TV aberta pública, sempre fui um dos críticos ferrenhos. No que tange, de modo geral, a qualidade dos programas, já passei pela fase do teleologismo onde escolhia apenas uma emissora como a única culpada, símbolo de todo o mal televisivo no Brasil. Graças a Deus e as referências que venho lendo ao longo desses anos, descobri que ela (a emissora) era somente uma parte do sistema de comunicação em nosso país, diga-se de passagem, horrível sob o ponto de vista educativo.

No último domingo a tarde, levei um susto quando liguei a televisão na globo e assisti o programa “Esquenta!”, apresentado por Regina Casé. Em “A imprensa do serviço e a imprensa do negócio” levando em consideração que estou certo em minha taxionomia a cerca da imprensa, o fato do supracitado programa, trazer uma considerável quantidade de negros e pobres em situações que, são totalmente diferentes daquelas de subserviência, me permiti fazer dois questionamentos: Será que a globo está “enegrecendo” e “empobrecendo” as imagens se aproximando da diversidade de nosso país? Ou será que o aumento do poder de compra das classes B, C e D a impuseram a rever o modo de sua programação?

Poder de compra igual a poder de escolha

Desde que conheci a luta de Abdias Nascimento e sua forma de encarar as questões de raça em nosso país, julgo que se enviesar pelas entranhas do estado e fazer com que este reconheça-nos enquanto cidadãos, que foram historicamente descriminados é a tática mais eficiente. Um prova disso é a criação do princípio das cotas nas universidades pública, luta esta que no Brasil tem como principal ícone a Universidade do Estado da Bahia, na figura da professora Ivete Sacramento.

Participei de diversas querelas acerca de que tal atitude estatal era um equivoco, por que atestava que nós negros éramos incapazes ou que o correto era investir na educação pré-escolar etc. Dentro do próprio movimento negro houve posturas semelhantes, mas independente disso a pressão dos movimentos de esquerda aliado a uma série de conjunturas políticas, transformou o sonho de cursar uma faculdade para o povo pobre e negro uma realidade.

A conjuntura era tão positiva para a sociedade que o pleito eleitoral de 2008 galgou ao cargo mais importante da nação, um nordestino, ex-torneiro mecânico e petista. A seqüência da história provou que “nunca na historia desse país” um governo foi mais bem aceito. Mas o que isso tem haver com a Globo e o movimento negro? Mesmo aqueles que discordavam das ações afirmativas tiveram que dobrar-se á força do nosso sistema democrático.

Moral: O pseudo-estudo do caso Camaçari

Em Camaçari só existe uma coisa que se equipare com a parcimônia, (pra não dizer lerdeza) na participação política da maioria de seus munícipes. Logicamente não me refiro aqui àqueles que de algum modo não exercem, por que não tem tempo suficiente para isto, este saudável flerte. Minha atenção é para aqueles que se julgam avessos a ela, e que tão sabiamente foi alertado por Bertold Brecht em seu famoso poema “O analfabeto político”.

O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. Não sabe o imbecil que, da sua ignorância política, nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos, que é o político vigarista, pilantra, corrupto e lacaio das empresas nacionais e multinacionais.( Bertolt Brecht).

 

A democracia garante que quase todos os pensamentos e comportamentos sejam aceitos. Até a escolha absurda, a meu ver, de não se interar sobre as decisões tomadas por aqueles que detêm o poder, e que certamente afetarão diretamente a sua vida. Dito isto é bom que seja dito que, para que se goze de tal direito é preciso que se exerçam alguns deveres, dentre os quais saliento os valores que nos torna civilizados. Coisas absurdas como parar no semáforo vermelho, respeitar a faixa de pedestre, etc.

Outro dia desses vi um dos agentes de trânsito sendo coagido por um cidadão-infrator, a não aplicar (acredito eu) uma multa. Tudo por que o nobre cidadão em questão era, ou dizia ser, parente de um político de nossa cidade. Sorri ironicamente ao ver a cena, e constatei que todo meu esforço de açodar 05h00min da manhã para pegar o transporte universitário, tinha sido posto em xeque por aquele “ato inocente” e comum do “ditucujo”. Felizmente ele “sambou” e não pode gozar de seu “privilégio político”.

Este incidente me atentou pra uma coisa… Será que o comportamento do infrator é a regra ou a exceção em nossa cidade? O que sei é que atitudes “despretensiosas” como estas são legitimadas pela ausência de interesse, daqueles que “não estão nem ai” para os acontecimentos políticos de nossa cidade. Para eles é possível estabelecer em termos de dever cívico-moral, um grau do quão algo é mais ou menos errado. Certamente a infração de estacionar em vagas de deficientes, receberia uma pena mais branda do que um “obituário-online” de quinta categoria, que comumente divulga “fatos” nascidos da imaginação de um demente qualquer.

Assim como não existem “quase” ladrão não existe “meio” ético. (pensar assim é ser ilógico) Aqueles que cometem atos contrários a lógica do bem comum, devem assumir as conseqüências. Digo mais, aqueles que sabem de que algo ou alguém, em qualquer grau, está infringindo uma lei e pondo em risco a integridade de nosso sistema político, deve tomar as medidas cabíveis para que isto deixe de acontecer. Talvez seja taxado de radical por levantar tal hipótese… Eu aceito o rótulo desde que a intenção seja me nomear, segundo a essência do significado a palavra… Ir na raiz.