Publicado por: protextando | 04/09/2011

Coisas de Crente


Hoje, 3/7, um sábado por tanto, depois de um baba jogado com uma participação até certo modo pífia por minha parte, teve como fim felizmente um empate. Dos males o menor. Como forma de me punir pela discreta atuação resolvi vir caminhando do campo até em casa, refletindo sobre as coisas da vida e travando diálogos silenciosos com meus filosóficos botões.

Na altura do Centro Comercial de Camaçari ouvi de longe algumas vozes exaltadas que discorriam sobre o modus operandi do governo Caetano. A ironia deste incidente é que ontem recebi um e-mail com um texto do colunista do Camaçari Acontece, Caio Crente, trazendo como título “e se não existisse oposição”. Logicamente que as vozes exaltadas eram contrárias as atuações da administração do executivo. E o texto do nobre companheiro segue uma linha muito mais coesa do que a explanação dos pseudo-revolucionários e suas “lideranças perseguidas pelo governo”

Antes que pareça que este texto uma defesa do governo, quero deixar bem claro que apesar de participar e ter lutado para que este se concretizasse, não tiro a razão de nenhum dos dois caminhos traçados, seja por Caio, seja pelos participantes do comício. Na verdade considero que elas são, de fato, importantíssimas para a consolidação dos princípios democráticos em nossa cidade.

O que me incomoda é que “aqueles que não participaram deste projeto mentiroso que ai está” só se mostrem contrários as atuações da administração petista em um momento no qual a cidade já respira o próximo pleito eleitoral.

Há uma anedota contada até mesmo pelo próprio prefeito dizendo que, em um evento de uma localidade do município, uma senhora no meio do povo o indagou dizendo abertamente que, ele era um sacana e etc. Um opositor que ouvia o sermão proferido a Caetano concordou no ato com a senhora. A velha virou-se pra o opositor e disse: “Êpa, cale a boca seu pelego que eu posso falar dele, você não!”

Logicamente não sigo a risca a anedota. Afinal, “não concordo com uma palavra do que dizes, mas defenderei até a morte o direito de dizê-las”. Mas que não duvido das boas intenções presentes no artigo de Caio isso é um fato! Portanto, ouçamos os dois, mas confiemos nas intenções revolucionárias do menino capoeirista.

Ps: quero deixar bem claro que depois dessa propaganda a cerca do seu texto, Caio Crente. Vossa senhoria fica obrigada a me pagar, no mínimo um engradado de cerveja. J


Respostas

  1. KKKAKKA

    Tenho que pagar a dívida, meu amigo! Bom mesmo é acreditar que é possível fazer algo. Melhor ainda é fazer o “algo” junto, mesmo que separado… tô meio assim, viajando mesmo!

    Obrigado, meu velho! Me deu uns sorrisos nesse início de madrugada!

    Axé e luz em seu caminho!!!!!!!!!!!!!!!!

    Caio Crente, como diz vc!!!

  2. parabéns caio pelo serviso prestado tomara que as pessoas parem de criticar e façam que a sociedade se tormi mas justa e fratena povo precisa de cultura e cultura faz o bem está


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